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Notícias

Alta do frete marítimo seguirá impactando o comércio exterior, diz especialista

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Importar deve ficar ainda mais caro até o final do ano de 2024. Isso porque o custo do frete marítimo está em disparada, se aproximando dos valores históricos da época da Covid-19, quando ultrapassavam os US$ 10 mil por contêiner. Esse aumento, causado por diversos fatores, deve encarecer diversos produtos importados no país e causar inflação de preços no mercado interno.

Segundo o especialista em comércio exterior e diretor de relações institucionais da AGL Cargo, Jackson Campos, os produtos importados de menor valor acabam sofrendo mais com esse aumento, já que o frete fica mais caro que o próprio item.

“Aqueles produtos que têm o valor agregado mais baixo sofrem mais, porque quando se divide o preço de um contêiner no frete, há pouca margem para acrescentar no valor do item. Não é muito vantajoso para quem importa”, afirma o especialista.

Um dos principais motivos que causam o aumento exponencial do frete marítimo são os conflitos no Mar Vermelho. Esse problema se arrasta desde o final de 2023, mas entrou em seu momento mais crítico no último mês, dificultando de vez a passagem de carga pelo local. Os causadores destes confrontos são os Houthis, um grupo armado iemenita que luta, segundo o slogan do grupo, contra os inimigos do Islã.

Para continuar o tráfego, os navios têm que desviar sua rota, indo pelo sul da África, e estendendo o prazo de entrega das mercadorias, já que para realizar esse trajeto o navio necessita de 15 a 20 dias. Para tentar amenizar os impactos dessa demora, há a necessidade de mais navios em circulação e é justamente a falta deles que faz com que o preço do transporte de cargas fique ainda mais caro.

“Como há pouca oferta e muita demanda, o valor dos contêineres vai às alturas e quem consegue pagar já sabe que terá que revender o produto mais caro, porque gastou bem mais para importar. Muitos não conseguem arcar com esse custo e, deixando de vender, ficam no prejuízo. É uma situação delicada”, conta o especialista.

Há também a questão de estarmos na “peak season”, período do ano onde os varejistas e as pessoas aumentam as compras de produtos importados por conta das festividades de final de ano e de grandes períodos promocionais, como a Black Friday. A grande demanda aliada à pouca oferta e mudanças de rotas fazem com que o preço volte a atingir patamares históricos e dificulte o abastecimento de mercadorias no país.

Outro ponto que chama a atenção é a seca no Rio Amazonas, que prejudica em larga escala a exportação de milho. O Arco Amazônico é responsável por 43% da saída do grão produzido pelo Brasil. Outro setor que deve sentir é o automobilístico, já que as montadoras na Zona Franca de Manaus terão que arcar com taxas especiais para executar utilizar essa rota hidroviária.

“Essa região está sofrendo com a estiagem e com a dificuldade em realizar essa rota, era esperado que as empresas que fazem o frete elevassem os preços. O grande problema ali é que não há rotas substitutas capazes de comportar estas demandas. Os empresários terão que conviver com preços altos e falta de alternativas na hora de vender seu produto”, diz Campos.

Sem previsão de queda, frete marítimo seguirá impactando importações

Segundo o especialista, os brasileiros devem sentir no bolso o preço gerado por este problema na entrada de produtos do país, já que as empresas devem repassar parte desse custo mais alto para o mercado interno. “Os consumidores vão perceber itens mais caros e terão que se planejar melhor na hora das compras, especialmente se forem importar algum produto, ainda mais agora com a nova tributação em vigor”, afirma Jackson.

Ele conclui apontando que não há previsão de queda nos valores do frete marítimo. “Não há perspectiva de melhora. Estamos na peak season, que é quando há menos espaços nos navios para o transporte de carga e é um cenário onde é natural que os preços se elevem. Entretanto, fatores externos, como os conflitos no Mar Vermelho e o crescimento da demanda de itens de fora do país, aumentam muito os valores e não temos indícios de melhora”, finalizou.

Fonte: https://comexdobrasil.com

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